domingo, 31 de agosto de 2014

Entrevista com Doris Moreno - De frente com Gabi

Entrevista com a psiquiatra Doris Moreno sobre Transtorno Bipolar e suicídio.

Psiquiatra Doris Moreno fala sobre depressão e saúde mental no De Frente com Gabi


Publicado em 28/8/2014

No De Frente Com Gabi deste domingo, 31 de agosto, Marília Gabriela recebe a psiquiatra Doris Moreno para falar sobre temas relacionados à saúde mental, como o transtorno bipolar, a depressão e o suicídio. Ela comenta ainda na entrevista sobre casos como o do ator americano Robin Williamsonde o humor escondeu sintomas de depressão e explica como eles poderiam ter sido identificados.



Confira as melhores frases da entrevista:

• As taxas de mortalidade por todas as doenças crônicas estão caindo, menos suicídio, que é maior do que a taxa de homicídios.
• 70% dos suicídios no mundo têm algum histórico de transtorno mental.
• Robin Williams aparentemente morreu pelo preconceito que ele mesmo tinha. O fato da pessoa não aceitar que tem depressão.
• O preconceito (com a depressão) vem desde os profissionais que atendem em prontos-socorros e ambulatórios.
• Depressão e transtorno bipolar têm uma carga genética grande.
• Muitos pacientes com depressão se medicam com álcool e só pioram. É como um estilingue.
• O número de suicídios cresceu 45% nos últimos 20 anos.
• Não existem exames preventivos. Isso implicaria em exames genéticos e ainda estamos engatinhando nesse sentido. O que existe é um alerta para a identificação dos sinais.
• Falta divulgação, conhecimento e falta perder o preconceito para procurar um tratamento.
• Depois da dor lombar, a depressão é a segunda maior causa de incapacitação no Mundo.

http://www.sbt.com.br/defrentecomgabi/noticias/14769/Psiquiatra-Doris-Moreno-fala-sobre-depressao-e-saude-mental-no-De-Frente-com-Gabi.html#.VAPvzWObiPU


Psiquiatra Doris Moreno fala sobre depressão e saúde mental no De Frente com Gabi; veja frases

No De Frente com Gabi deste domingo, 31 de agosto, Marília Gabriela recebe a psiquiatra Doris Moreno para falar sobre temas relacionados à saúde mental, como o transtorno bipolar, a depressão e o suicídio. Ela comenta ainda na entrevista sobre casos como o do ator americano Robin Williams, onde o humor escondeu sintomas de depressão e explica como eles poderiam ter sido identificados.
 Foto: Carol Soares/SBT

Confira as melhores frases da entrevista:


· As taxas de mortalidade por todas as doenças crônicas estão caindo, menos suicídio, que é maior do que a taxa de homicídios.
· 70% dos suicídios no mundo têm algum histórico de transtorno mental.
· Robin Williams aparentemente morreu pelo preconceito que ele mesmo tinha. O fato da pessoa não aceitar que tem depressão.
· O preconceito (com a depressão) vem desde os profissionais que atendem em prontos-socorros e ambulatórios.
· Depressão e transtorno bipolar têm uma carga genética grande.
· Muitos pacientes com depressão se medicam com álcool e só pioram. É como um estilingue.
· O número de suicídios cresceu 45% nos últimos 20 anos.
· Não existem exames preventivos. Isso implicaria em exames genéticos e ainda estamos engatinhando nesse sentido. O que existe é um alerta para a identificação dos sinais.
· Falta divulgação, conhecimento e falta perder o preconceito para procurar um tratamento.
· Depois da dor lombar, a depressão é a segunda maior causa de incapacitação no Mundo.
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Psiquiatra Doris Moreno fala sobre depressão e saúde mental no De Frente com Gabi; veja frases

No De Frente com Gabi deste domingo, 31 de agosto, Marília Gabriela recebe a psiquiatra Doris Moreno para falar sobre temas relacionados à saúde mental, como o transtorno bipolar, a depressão e o suicídio. Ela comenta ainda na entrevista sobre casos como o do ator americano Robin Williams, onde o humor escondeu sintomas de depressão e explica como eles poderiam ter sido identificados.
 Foto: Carol Soares/SBT

Confira as melhores frases da entrevista:


· As taxas de mortalidade por todas as doenças crônicas estão caindo, menos suicídio, que é maior do que a taxa de homicídios.
· 70% dos suicídios no mundo têm algum histórico de transtorno mental.
· Robin Williams aparentemente morreu pelo preconceito que ele mesmo tinha. O fato da pessoa não aceitar que tem depressão.
· O preconceito (com a depressão) vem desde os profissionais que atendem em prontos-socorros e ambulatórios.
· Depressão e transtorno bipolar têm uma carga genética grande.
· Muitos pacientes com depressão se medicam com álcool e só pioram. É como um estilingue.
· O número de suicídios cresceu 45% nos últimos 20 anos.
· Não existem exames preventivos. Isso implicaria em exames genéticos e ainda estamos engatinhando nesse sentido. O que existe é um alerta para a identificação dos sinais.
· Falta divulgação, conhecimento e falta perder o preconceito para procurar um tratamento.
· Depois da dor lombar, a depressão é a segunda maior causa de incapacitação no Mundo.
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Psiquiatra Doris Moreno fala sobre depressão e saúde mental no De Frente com Gabi; veja frases

No De Frente com Gabi deste domingo, 31 de agosto, Marília Gabriela recebe a psiquiatra Doris Moreno para falar sobre temas relacionados à saúde mental, como o transtorno bipolar, a depressão e o suicídio. Ela comenta ainda na entrevista sobre casos como o do ator americano Robin Williams, onde o humor escondeu sintomas de depressão e explica como eles poderiam ter sido identificados.
 Foto: Carol Soares/SBT

Confira as melhores frases da entrevista:


· As taxas de mortalidade por todas as doenças crônicas estão caindo, menos suicídio, que é maior do que a taxa de homicídios.
· 70% dos suicídios no mundo têm algum histórico de transtorno mental.
· Robin Williams aparentemente morreu pelo preconceito que ele mesmo tinha. O fato da pessoa não aceitar que tem depressão.
· O preconceito (com a depressão) vem desde os profissionais que atendem em prontos-socorros e ambulatórios.
· Depressão e transtorno bipolar têm uma carga genética grande.
· Muitos pacientes com depressão se medicam com álcool e só pioram. É como um estilingue.
· O número de suicídios cresceu 45% nos últimos 20 anos.
· Não existem exames preventivos. Isso implicaria em exames genéticos e ainda estamos engatinhando nesse sentido. O que existe é um alerta para a identificação dos sinais.
· Falta divulgação, conhecimento e falta perder o preconceito para procurar um tratamento.
· Depois da dor lombar, a depressão é a segunda maior causa de incapacitação no Mundo.
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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Transtorno Borderline - Erlei Sassi

Entrevista com o psiquiatra Erlei Sassi sobre Transtorno Borderline:


6/07/2011 às 19:15 \ Vídeos: Entrevista

Erlei Sassi, psiquiatra e psicoterapeuta: “O transtorno borderline tem cura. Os sintomas podem ser controlados até desaparecerem”

 


Impulsivos, intolerantes, angustiados, depressivos. Essas são algumas características do borderline, um transtorno de personalidade localizado na fronteira entre a psicose e a neurose. O psiquiatra e psicoterapeuta Erlei Sassi, coordenador do Ambulatório Integrado dos Transtornos de Personalidade e do Impulso do Hospital das Clínicas de São Paulo, estuda o distúrbio há 15 anos.


Nesta entrevista, Sassi conta como é complicado, tanto para o paciente, quanto para a família e o próprio médico, enfrentarem essa doença que pode resultar em automutilação, sensação crônica de vazio e medo do abandono. Uma notícia boa: o borderline pode ser curado. O tratamento inclui medicamentos, terapia e o apoio de familiares. “Os sintomas diminuem com a idade e costumam desaparecer completamente entre os 30 e 40 anos”, comemora Sassi. Também por isso, é importante que o portador da disfunção consiga evitar perdas irreparáveis.

 assistir a entrevista:

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/videos-veja-entrevista/erlei-sassi-psiquiatra-e-psicoterapeuta-o-transtorno-borderline-tem-cura-os-sintomas-podem-ser-controlados-ate-desaparecerem/

terça-feira, 19 de agosto de 2014

O exercício de ser seguidor

Segundo texto da série que presta homenagem ao educador Rubens Junqueira Portugal.

Um grande líder inspirador que trabalhou para a melhoria da educação pública.


Imagem de um pássaro paranaense sobrevoando Faxinal do Céu- PR - local dos eventos chamados PROGEST (Programa de aprimoramento da gestão na educação realizados pelo Instituto Rubens Portugal).


O exercício de ser seguidor


A vida é bem assim. Esse texto é uma simulação da vida bem como ela é. Em cada lugar que você atua a situação varia. É como numa loteria social. Hoje você é sorteado num ambiente ótimo. Amanhã poderá ser muito desagradável.

Há quem diga que os grupos sofrem emperramento porque não tem chefe para coordenar e enquadrar os causadores de emperramentos. Será?

Todo ser humano tem 39 chances de ser seguidor contra apenas um de ser líder ao longo da vida. Em outras palavras, temos de aprender a ser seguidores. Há muitos cursos de liderança e eu nunca vi um anúncio de curso para seguidores. Thomas Jefferson que foi presidente dos Estados Unidos era um seguidor quando recebeu a incumbência de redigir a Constituição. Queria voltar para casa porque já estava há alguns anos trabalhando na Constituinte. Os Pais da Pátria lhe disseram - se tu queres voltar para casa, trata de redigir logo essa Constituição.

No Japão as pessoas dão mais valor ao aprendizado para ser seguidor do que para ser líder. Pensando bem, é muito mais difícil ser seguidor. Principalmente quando você fica na situação de "presunto de sanduíche" - tem alguém acima de você e vários abaixo. Neste caso você tem que ser líder para os que estão embaixo e ser seguidor em relação ao seu superior imediato. Você vai ter que ter muito jogo de cintura.

As pessoas numa equipe precisam afinar seus instrumentos pelo comando do maestro. Isso exige disciplina intelectual. Cada pessoa pode ter as suas próprias idéias, mas não pode criar uma dissensão. A disciplina intelectual exige um novo processo de re-significação. E o que é re-significar?

Geralmente você tem sua própria opinião porque não consegue se livrar dela. No entanto, é necessário um constante re-significar de conceitos para afinar o seu pensamento ao do grupo. Em cada momento é necessário um policiamento para não haver uma defesa exagerada da opinião. A todo o momento você precisa estar tomando decisões que terão de ser coerentes com os pressupostos do grupo e não com os próprios. É bem assim que acontece na vida.

A educação, em última instância, ajusta você para o convívio construtivo. Suas tias quando se encontravam para o café da tarde tinham um convívio agradável, mas nem sempre construtivo. Provavelmente elas se gostavam e sentiam necessidade da proximidade física das demais. Tomavam café com bolos e recordavam incidentes do passado. Não é desse tipo de convívio que escrevo.

Escrevo sobre um grupo de pessoas que tem uma missão, tarefa ou desafio, que precisa construir uma solução para uma situação problema. Suas atitudes têm de ser construtivas e dinâmicas. Nada, pois, de reminiscências.

É desse tipo de educação que mais precisamos desenvolver. A educação para o convívio e para as novas formas de relações no ambiente de trabalho.

Na Idade Média não havia preocupação com esse tipo de educação para o convívio, para o trabalho em grupo, pois lá havia regras nítidas e claras: quem mandava e quem obedecia. A maioria era analfabeta. Só os monges que copiavam a Bíblia estavam condenados a passar a vida toda copiando na esperança de ganhar um bom lugar no paraíso.

Ao longo dos quinhentos anos após o renascimento, ainda as elites resistiram contra a disseminação do conhecimento. Para os aristocratas europeus, a plebe ignara teria mesmo que ficar cuidando dos animais.

O microcomputador é o libertador de Prometeu. Agora já podemos entregar o "fogo do conhecimento" aos mortais comuns sem que Zeus nos ponha acorrentados aos rochedos tendo abutres a nos comer o fígado.

No limiar do século XXI, o trabalho não é mais com correntes presas a pulseiras na canela como os senhores de escravos costumavam fazer. Nem como Henri Ford idealizou na esteira rolante das linhas de montagem. Agora, a Aséa Brown Bovery trabalha com equipes sem hierarquia, mas com missão. A liderança do século XXI é espontânea, mas estritamente submissa à tarefa coletiva que a equipe recebe. Todos os integrantes da equipe compartilham todas as informações. Não há segredos entre chefe e subordinados. A força da equipe decorre da unificação dos "mapas mentais" de todos os seus integrantes.

A força da liderança não decorre mais da autoridade formal ungida com óleos sagrados na cabeça do chefe. Não mais. É que, agora, todos os integrantes da equipe podem ser pensantes. Todos estão de posse de todas as informações pertinentes. Nas reuniões criativas e construtivas, é como se um anjo sobrevoasse a equipe com a solução do problema em suas mãos. E esse anjo invisível poderá pousar em uma das cabeças dos integrantes da equipe. Em qualquer uma. Até mesmo aquela que não a do líder.

O verdadeiro líder do Século XXI aguarda paciente e confiantemente que o anjo pouse em uma das cabeças... e nunca sabemos em qual será. O verdadeiro líder do Século XXI não se ofende e nem se sente inseguro se e quando o anjo pousa em outra cabeça que não a sua. Sua liderança vem exatamente de demonstrar sua imensa satisfação em ver que o anjo escolheu aquele ou aquela integrante de sua equipe.

Para que o anjo pouse na cabeça de seus integrantes é necessário que o líder deixe-o sobrevoar. Os seguidores devem assumir as próprias opiniões, mas acima de tudo respeitar a opinião daquele que pode estar iluminado por alguma brilhante ideia. Todos estão autorizados a pensar e dizer, entretanto precisamos, como adultos com idéias pré-concebidas, aprender a re-significar os próprios conceitos. Você está preparado para isso?



Rubens Junqueira Portugal

Horto Botânico - Faxinal do Céu - PR



quarta-feira, 13 de agosto de 2014

O transtorno mental de Robin Williams

Reportagem da revista exame do dia 12/08/2014 sobre a depressão de Robin Williams




A depressão fez mais uma vítima nesta semana. De acordo com a polícia da Califórnia, tudo indica que o ator Robin Williams tenha se suicidado por asfixia, na última segunda-feira, aos 63 anos. O vencedor do Oscar por “Gênio Indomável” e artista consagrado por filmes como “Sociedade dos Poetas Mortos” e “Patch Adams - O Amor é Contagioso” lutava contra a depressão e o vício em cocaína e álcool.

A notícia pegou o mundo inteiro de surpresa e levantou a importante questão que gira em torno dessa doença. Se não for tratada a tempo, ela pode ter um desfecho tão triste quanto o de Williams ou do humorista Fausto Fanti, que, no final de julho, também tirou a própria vida, possivelmente, em decorrência do sofrimento psíquico.

Na opinião do médico Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, políticas públicas voltadas para esse problema e um tratamento da mídia sem tabus poderiam ajudar a evitar consequências graves.

“Ao contrário do que se pensa, as pessoas não vão se matar se a mídia falar mais sobre o suicídio. O importante é a orientação sobre isso. Deve-se falar disso para prevenir”, afirma. Todos os anos, a ABP realiza uma caminhada no dia 10 de setembro para lembrar o “dia mundial da prevenção ao suicídio” e, nos locais em que acontece esse tipo de ação, segundo ele, a incidência tem parecido menor.

O psiquiatra diz que, em cada 100 pessoas com depressão grave, 15 cometem suicídio. O número é preocupante, mas pode ser revertido se preconceitos forem combatidos e informações forem divulgadas.

A seguir, você confere fatos que todo mundo deveria saber para lidar melhor com o problema.

Depressão é uma doença, não “frescura”

Uma das principais dificuldades enfrentadas por quem sofre de depressão é entender e fazer com que os outros entendam que ela não é “frescura”, mas uma doença, como hipertensão ou diabetes.

Isso significa que precisa ser tratada por um psiquiatra, capaz de orientar e, se necessário, medicar adequadamente o paciente. A psicoterapia em conjunto pode ser muito útil, mas o tratamento médico é essencial.

Preconceito só atrapalha a cura

“Psiquiatra é médico de louco e eu não estou doido”. Esta frase, lembrada por Silva, resume boa parte do preconceito que ainda existe em torno da depressão, dos transtornos mentais e até mesmo dessa especialidade da medicina. Por vergonha ou medo de que conhecidos fiquem sabendo, pacientes evitam procurar ajuda ou perdem um apoio importante dos entes queridos.

Com um amigo deprimido, não adianta só conversar

Outro efeito nocivo do tabu é a desconsideração da gravidade do quadro. Muita gente acredita, por exemplo, que basta conversar com a pessoa deprimida para resolver o problema. Nada mais ilusório.

É claro que o apoio, o consolo e a compreensão são estritamente necessários, mas frases como “Calma, vai passar” ou “Deixa isso para lá” não acrescentam e, dependendo da situação, podem ser prejudiciais. Se o paciente estiver com ideias suicidas, por exemplo, a melhor forma de ajudar é incentivá-lo a ir ao médico.

E falar coisas como “Poxa, mas você não está nem tentando ficar feliz” ou “Você poderia se esforçar mais para melhorar” é, na opinião do médico, maldade. “Isso é a mesma coisa que, se você usa óculos, alguém pedir para que tire as lentes e ordenar que enxergue tudo sem elas”, afirma o psiquiatra.

Os sintomas podem ser físicos e psíquicos

A tristeza e o desânimo podem ser sintomas da depressão, mas não são os únicos. De acordo com Antônio Geraldo da Silva, é possível haver sinais físicos, como perda ou ganho de peso, dores inexplicáveis no corpo e insônia ou sonolência em excesso.

Entre os sintomas psíquicos estão: desânimo intenso, cansaço, apatia, falta de vontade de fazer suas tarefas, falta de prazer, de alegria, choro fácil, temperamento explosivo, irritabilidade.

O diagnóstico, claro, precisa ser feito pelo médico, já que a chamada “síndrome depressiva” tem sintomas que podem ser confundidos com outras enfermidades, como o hipotireoidismo ou o hipertireoidismo.

Qualquer pessoa pode ter depressão

Assim como grande parte das outras doenças, a depressão não “escolhe” alvos específicos. Segundo o psiquiatra, homens e mulheres, crianças, adultos e idosos podem ser acometidos pelo mal.

Esse fato vai de encontro com outro preconceito muito comum: o que diz que “pessoas bem-sucedidas ou ricas não deveriam ficar deprimidas”. Por esse raciocínio, quem não tem motivos aparentes para sofrer deveria ser imune.

A realidade, no entanto, é mais complexa. Há pessoas que têm mais propensão à doença devido à genética. Há outras que podem sofrer com o problema devido a suas condições de vida e o ambiente em que convivem.

De acordo com o médico, fatores como o uso de álcool e drogas, uma rotina muito estressante e noites sem dormir podem aumentar a incidência da enfermidade.

Depressão é uma das principais causas de afastamento do trabalho

Apesar de todo estigma existente em torno da depressão, ela é uma das principais doenças que acometem a humanidade atualmente. Dados de 2013 divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam que mais de 350 milhões de pessoas no planeta têm depressão – o que representa 5% da população mundial.

De acordo com estudo publicado na revista científica PLOS Medicine, no ano passado, ela é a segunda maior causa de invalidez, no mundo, ficando atrás apenas das dores nas costas.

Antônio Geraldo da Silva estima que 20% das pessoas já tiveram, têm ou ainda terão a doença ao longo da vida. Por isso, ele ressalta a importância de falar mais sobre o tema, dentro das empresas, na família, nos governos e na sociedade como um todo.
 
Reportagem: http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/6-fatos-sobre-depressao-que-todo-mundo-precisa-saber

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Uma história em quadrinhos ao ritmo de blues

Encontrei o trabalho desse desenhista na internet e achei muito bacana!

As ilustrações são lindas e o texto simples e leve faz um pequeno retrato do nosso trabalho terapêutico e os dilemas vivenciados pelos pacientes.

A equipe ganhou o troféu HQMIX 2011 de melhor web quadrinho, melhor edição nacional e melhor desenhista para Mario Cau. Confira o trabalho no site:


http://petisco.org/terapia/2011/05/terapia-pag-01/


Ilustração do site - Mario Cau (direitos reservados)

Ilustração do site - Mario Cau (direitos reservados)